sexta-feira, 9 de maio de 2008

No meio dos caminhos
tem 15 minutos de recreio...


Tem cadeado também...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

COMEÇANDO...
PLANO DE ENSINO E DE AULA
NO PERÍODO DE REGÊNCIA
NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO
Trechos de apresentação em Powerpoint


















Elaborado por Leo Nogueira

sábado, 26 de abril de 2008


PALESTRA


"Educação e cultura digital: navegações pela Web 2", com o professor Pier Cesare Rivoltella, Diretor do CREMIT, Centro de Pesquisa sobre Educação, Mídia, Informação e Tecnologia, da Università Cattolica del Sacro Cuore di Milano, Itália.


A palestra do professor italiano, acontece por ocasião da pesquisa Os usos dos meios, os consumos culturais e a formação de professores em mídia educação, que está sendo desenvolvida em Florianópolis e em Milão, coordenada respectivamente pela Profa. Dra.Monica Fantin (MEN/PPGE/UFSC, FUNPESQUISA) e pelo Prof. Pier Cesare Rivoltella (UCSC, Università Cattolica del Sacro Cuore).


Fruto de um convênio entre estas universidades, a pesquisa tem como objetivo identificar os usos dos meios e os consumos culturais dos professores do ensino fundamental da rede pública a fim de subsidiar a elaboração de propostas para formação inicial e continuada de professores em mídia-educação.


Dia: 30/04/08
Local: sala 618 do CED/UFSC
Horário: 09:00 h.


Promoção: NICA/UFSC
Núcleo de Pesquisa Infância, Comunicação e Arte


Apoio: FUNPESQUISA e PPGE/UFSC

sexta-feira, 4 de abril de 2008

A DESCOBERTA DO BRINCAR









Muitas referências, nas bibliotecas e Internet, abordam da importância do brincar como "coisa séria" para o desenvolvimento integral das crianças e a construção do conhecimento.

E, depois de uma semana de observação no Estágio Curricular Obrigatório temos mais um milhão de minhocas na cabeça. Até o OMO total radiante entra na brincadeira, com pesquisa séria sobre o assunto, e os dados estão disponibilizados na Internet, até mesmo com vídeos de especialistas no assunto. Vale a pena conferir.

E, enquanto isso, até o Mutley sai dos cartoons e dá umas dicas do que fazer para aumentar o tempo de recreio nas escolas...

...
Veja na Internet:

Pesquisa "A Descoberta do Brincar" Estudo inédito sobre as relações entre o brincar e o desenvolvimento da criança brasileira. Realizada pelo Grupo Ipsos a pedido do Instituto Unilever e OMO, que desde 2001 investiga a importância que o brincar e a liberdade de se sujar têm para o desenvolvimento infantil.
Destaque para as falas de Marilena Flores Martins, Presidente da Associação Brasileira pelo Direito de Brincar, dentre outros.
Vídeos no YOUTUBE com entrevistas sobre a importância do brincar, do Programa "Acampamento na Record". Clique para assistir os vídeos de 01 a 05.
Textos do INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira: referências de 12 monografias, 25 artigos e 02 outras mídas sobre o assunto "Brinquedo Educativo".

quarta-feira, 2 de abril de 2008

CONTANDO
E CRIANDO HISTÓRIAS
Turma 2a. C
Colégio de Aplicação




Essa é a história de uma velhinha que adorava dar nome às coisas, mas só para aquelas que ela sabia que durariam mais do que ela. A casa se chamava Glória; a cama, Belinha;a poltrona, Frida; o carro Beto.

Com todos esses objetos e sem amigos, a velhinha se sentia muito sozinha. Até que um dia apareceu um cachorro marrom no seu jardim. Ela o alimentava, mas não tinha coragem de lhe dar um nome. Isso porque temia que ele morresse antes dela.

Todos os dias, durante meses, o cachorro marrom ia até o seu jardim, ganhava comida e partia. Só que um dia ele não apareceu. A velhinha ficou tão preocupada que resolveu procurá-lo no canil da cidade. O que será que aconteceu com ele? Será que ela vai encontrá-lo? Venha conhecer essa história gostosa da velhinha que dava nome às coisas.

A autora trata sutilmente de solidão e perda. As bonitas ilustrações, em aquarela de traço firme, imprimem graça e leveza ao texto.
AUTORA: Cynthia Rylant
Ilustrador: Kathryn Brown
Editora: Brinque-Book

Trabalhando com o texto, as crianças da Turma 2a. C, do Colégio de Aplicação, deram um nome para a velhinha e também criaram sua certidão de nascimento.
...

Sinopse do livro:
Acesso em 02 abr 2008.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Falta de sala de aula...





domingo, 30 de março de 2008

"A mente constrói a realidade.
Ela a emoldura e a cria.
Todos nós temos
uma realidade comum,
um sonho comum".
Gustavo Bernardo Krause*






A turma 687B do Curso de Pedagogia da UFSC, da Disciplina MEN 5235, Prática de Estágio da Escola de Ensino Fundamental - Séries Iniciais, realizou a primeira reunião com a Coordenadoria de Estágio do Colégio de Aplicação/CED, da Universidade Federal de Santa Catarina, na tarde de 27 de março de 2008.

Acompanhados pela Profa. Monica Fantin, fomos recebidos pela Coordenadora de Estágio naquela instituição, Profa. Sílvia Leni Auras Lima, e nos encontramos com supervisores, orientadores e professores das séries onde estagiaremos.

Houve exposição sobre a importância do estágio e dos objetivos dele, das características gerais do Colégio de Aplicação no âmbito do Centro de Ciências da Educação, e da questão do Ensino Fundamental de nove anos dentre outros assuntos, sempre tendo em vista a importância da formação do professor para as séries iniciais. Posteriormente, passamos à visitação das dependências do Colégio, quando fomos apresentados ao Diretor, Prof. Romeu Augusto de Albuquerque Bezerra, além de outros profissionais. Destacamos nesta visitação a biblioteca setorial, uma turma da nova primeira série em atividade numa das salas de vídeo, os diversos laboratórios.

Não poderíamos deixar de registrar os esforços e as lutas dos profissionais pela melhoria de qualidade da educação, visto as limitações e dificuldades vividas para dar manutenção e implementação às ações tão necessárias para a área, dentro das políticas públicas atuais.

Os estagiários têm um grande desafio pela frente, não apenas no e aprofundamento da disciplina e desenvolvimento dos projetos de ensino, mas também no enfrentamento da realidade das escolas onde vamos atuar desde agora nas salas de aula, e na reflexão dos objetivos sociais da escola. Depois de anos de debates, diálogos, trabalhos, perguntas e questionamentos, entre a vontade de transformar o mundo e o ceticismo que muitas vezes nos ronda os pensamentos, nos abrimos para o enfrentamento da realidade educacional brasielrira, para ir desvendar e querer reinventar este grande mistério: a escola.

Agora, depois de todas as teorias levantadas como ferramentas para que compreendêssemos essa realidade que nos cerca, seguimos sempre estudando e fortalecendo as convicções que forjamos ao longo dos caminhos até aqui percorridos. Um caminho sem fim, este de estar envolvido mais séria e responsavelmente nos processos que chamamos de educação escolar e as relações entre ensino e aprendizagem.

As portas estão abertas e a percepção deve ser aguçada para escrevermos, no mundo, e com nossos companheiros e companheiras de estrada, as crianças, toda uma história de construção de sonhos que valem a pena realizar.

E, por ora, eu mesmo chamo René Magritte para rabiscar, desenhar e sonhar conosco neste mundo da escola, imagem ou reflexo desta sociedade em que vivemos. O surreal para aguentar o tranco do real que, no mais das vezes, negamos ou nos fazemos cegos...

Primeira resposta a uma pergunta inesperada: criança?
Primeira pergunta a uma resposta inesperada: professor.
Uma reticência: criar uma ponte de comunicação...

Pra quê?
Pra realizar um sonho?
Um sonho?
Comum?






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* Gustavo Bernardo, publicado em KRAUSE, Gustavo Bernardo (org).
Literatura e ceticismo. São Paulo: Annablume, 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL
DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
COLÉGIO DE APLICAÇÃO


O Colégio de Aplicação, inserido no Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, é uma unidade educacional que atende ao Ensino de 1º e 2º graus, e está localizado no Município de Florianópolis.

Foi criado em 1.961, com a denominação de Ginásio de Aplicação, com o objetivo de servir de campo de estágio aos alunos dos cursos de Licenciatura e Educação da Universidade Federal de Santa Catarina e de campo de experiências pedagógicas.


Até 1970, o Colégio atendia parcialmente o 1º grau, de 5ª a 8ª série com duas turmas por série.

A partir desta data foi criado o 2º grau, com matricula inicial de 30 alunos,
passando a denominar-se Colégio de Aplicação. Em 1980, foi complementado o 1º grau com a implantação de duas turmas para cada uma das séries iniciais.

Atualmente, o Colégio de Aplicação funciona em prédio próprio,no Campus Universitário e,a partir da Resolução n.º 041/CEPE/88,ficou estabelecido o número de três turmas por série, com 25 alunos cada uma.


O Colégio de Aplicação procura atender à trilogiade Ensino, Pesquisa e Extensão.


Coordenadoria de Estágio

Compete à Coordenadoria de Estágios do Colégio de Aplicação/CED:


· Coordenar as atividades de estágio do CA junto às instituições envolvidas.


· Promover a integração do Colégio com os departamentose/ou Coordenadorias de Estágios dos cursos de Graduação da UFSC e UDESC.

· Receber os Professores Supervisores e/ou Coordenadores de Curso para contatos necessários à prática de estágios.


· Auxiliar, quando necessário, a distribuição dos estagiários nas turmas, de modo a poder atender os objetivos do estágio, sem prejuízo das atividades pedagógicas.


· Realizar reuniões com os estagiários para fornecer as informações que se fizerem necessárias ao bom desenvolvimento dos estágios.

· Organizar o fornecimento do material de apoio necessário ao desenvolvimento do trabalho do estagiário (manual do estagiário, crachá, horário das aulas, relação dos professores e suas respectivas turmas, relação de recursos didático-pedagógicos).

· Elaborar e organizar o cadastramento dos estagiários.


· Informar a freqüência dos bolsistasde Estágio não-obrigatório e Bolsistas de Treinamento à Coordenadoria Geral de Estágios da UFSCe Serviço Social, respectivamente.


· Emitir declaração da realização e supervisão dos estágios aos acadêmicos e professores, respectivamente.


· Coletar informações oriundas dos relatórios finaise/ou entrevista com os supervisores de Estágios, de forma que possam servir de subsídios a trabalhos futuros.


· Divulgar o CA como campo de Estágio.


· Participar das reuniões de: Assessoramento e Colegiado do CA,
Coordenadoria Geral de Estágios, Colegiado da Pedagogia,
Fórum das Licenciaturas.

...

Fonte:
www.ca.ufsc.br

quinta-feira, 27 de março de 2008

Ciclo Cultura & Criança
26 de março de 2008
Barca dos Livros
na Lagoa da Conceição






Navegamos pela Biblioteca da Barca dos Livros da Sociedade Amantes da Leitura, capitaneada por Tânia Piacentini, com excelente bate-papo sobre a narração de histórias na sala de aula com a Profa. Gilka Girardello. Também conhecemos a Inaiara, o Paulo e a Tamira, além de reencontrar o Ingo Vargas, Pedagogo e também contador de histórias e aprendiz das artes de barista e fazedor de pão-de-queijo desde janeiro, escutando jazz de frente para a Lagoa da Conceição.

Sentados pelos tapetes no chão, acocorados nas cadeiras e acotovelados nas mesas éramos olhos, ouvidos e peitos abertos...

Tânia Piacentini expôs os objetivos da Barca e da Sociedade, bem como das lutas para navegar nesse mar da literatura, do livro e da leitura, seu envolvimento com a Pedagogia, que ora vamos descobrindo. Percebemos claramente que sua ocupação e paixão, de amante mesmo, vai na direção da literatura, e compreendemos da importância da questão da formação do professor leitor que vai trabalhar com leitores na infância.

A Profa. Gilka abordou o texto “A narração de histórias na sala de aula” (sem hífen mesmo), de um diálogo seu com Geoff Fox (Inglaterra), iniciando com o lançamento de uma questão: por que a literatura é importante?

Daí, com o texto no peito e viajando na imaginação, fomos contemplados com expressão nova nesta sexta fase do curso: a Pedagogia da Imaginação.
Lembrou-nos de Ítalo Calvino e da importância de se imaginar o que não existe a partir do que existe e, continuamos a viagem partindo de cinco eixos/fatores de estímulos da imaginação:

1 . O contato das crianças com a arte, na fruição e na produção dela;
2 . O contato com a natureza, no encantamento com ela;
3 . O Tempo, e o saber dar tempo às coisas;
4 . A mediação adulta nesse processo e,
5 . A Narrativa e a vontade de querer saber mais o que vem depois...

A Barca passou em viagem se orientando pelas estrelas da constelação do Cruzeiro do Sul e tomou rumo da Rússia nos anos 30; subiram fadas a bordo; Monteiro Lobato se achegou com Emília e o Visconde; o garoto da 5ª. série da Escola da Costa da Lagoa chegou para nos indicar livros; buscamos Newton que certamente ousou mesmo imaginar fertilmente para inventar suas hipóteses; falamos da Ciência se nutrindo das experiências da natureza, esbarramos em Sherazade voando com Aladim num tapete mágico; brincamos com o Homo sapiens e descobrimos o Homo narrens (nós, seres humanos, como contadores de histórias); um povo desconhecido lá do norte do Canadá foi contando como o céu era baixo e foi lá pro alto e, de repente, entre uma prosa e outra podíamos notar as várias expressões no rosto de cada um:

_Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
_ Ahhhhhhhhhhhh...
_ Ahá!!!
_ Ahn!?!...

Até o Paulo não se aguentava ali no computador dele e também furou o céu, e Tamira parou de fazer um trabalho e deu suas cutucadas também.

E, deixamos as histórias e estórias entrarem, e saírem...

Do primeiro encontro do Ciclo saímos com mil e uma interrogações, e deste, lá pelo meio, tínhamos 1001 noites a descobrir nas asas da imaginação...

De novo, o mundo de pernas pro ar...
O mundo a voar...
Um barco a navegar…
Livros a rodear…
Ciranda de livros,
Ciranda de cantigas,
Pra descobrir que contar histórias é todos deixarem “abrir o universo que têm no peito”...

No bate-papo, acabamos por lembrar de várias passagens de nossas vidas, e ouvimos e sentimos o cheiro das memórias do outro, nos pegamos a nós mesmos em lembranças quase perdidas no tempo, e os sorrisos e balançares de cabeça atestavam que a imaginação voava solta, mesmo.

Uma coisa certa que fica gravado no peito, desenhada sobre a água balançante, depois numa roda de café, chocolate quente e pão-de-queijo do Ingo: professores têm de se desafiar para encontrar o melhor meio de se comunicar com as crianças.

E, se cada um tem o seu jeito próprio de contar histórias, muitas vezes é a própria história que vem mexer com a gente, e nos conta o que fazer no ritmo dela mesma para fazer este contato e “comoção” com as crianças,...

Lá pelas tantas, Salman Hushdie entrou na dança. Ou era história?
Era, sim, com seu “Haroun e o Mar de Histórias”, dedicadas a seu filho Zafar, então criança de seus 10 anos em 1990.

E a Tânia que havia desaparecido um pouco pela popa, chegou novamente pra relembrar do “Mar de Histórias”, e o Barco dos Livros foi dando suas voltas, pessoas foram chegando e saindo...

Será que quando o Barco dos Livros fecha suas portas pela noite os livros se abrem e todos aqueles personagens dos livros saem ganhando vida própria e aprontam mil e uma bagunças madrugada adentro, como naqueles desenhos animados, em preto-e-branco antigos?

Sei lá, mas deu para imaginar a cena.

Por fim, tapetes, cadeiras e mesas eram todos mágicos e fomos conhecer muitos mundos da imaginação.

E, na minha primeira noite, das outras mil que virão neste futuro próximo fui refletir sobre tudo isso...